Contratação Estratégica de Pessoas
O problema não é falta de treinamento. Na maioria dos casos que eu vejo em campo, 80% de uma rotatividade alta nasce na forma como a contratação foi feita — não em como a pessoa foi desenvolvida depois.
É dono ou gestor de uma operação com rotatividade de 80% a 120% ao ano e já não sabe mais o que fazer pra segurar time.
Só aparece um candidato pra vaga e você contrata quem tem, sem opção real de escolher — e a escassez de mão de obra vira desculpa.
Investiu tempo formando alguém e viu a pessoa pedir as contas meses depois — e sabe que precisa corrigir isso lá atrás, na entrada.
Se isso já aconteceu com você, o problema não é você — e também não é falta de treinamento.
Da rotatividade alta vem de como a pessoa foi contratada — não de como ela foi desenvolvida depois.
Ter só um candidato pra uma vaga aberta não é falta de gente no mercado — é falta de método pra atrair e selecionar.
Enquanto a contratação não for corrigida, todo investimento em capacitação vira gasto, não resultado.
Curso com aulas práticas pra você sair de "contratar quem aparece" pra "escolher entre os melhores" — o primeiro passo antes de qualquer treinamento ou desenvolvimento de equipe. Parte do programa Gestão como Opção do Beto Carvalho.
Contratação estratégica é sair de "o único que apareceu" pra escolher entre os melhores que apareceram.
O conteúdo do Beto sobre rotatividade e contratação é o que mais performa entre os gerentes que o acompanham.
Beto já treinou gerentes de redes como Sicredi e cases nomeados como JG Nelore e Grupo JB, onde o padrão se repete: empresas que corrigem a contratação param de "treinar gente pra sair".
É a mesma metodologia que ele leva pra palestras presenciais — como a que fez pro grupo Beco, cheia de casos reais de gerente travado com funcionário difícil, problema de mão de obra e feedback mal dado — aplicada de forma direta, sem enrolação, pra quem precisa resolver isso essa semana, não daqui a um ano.
Especialista em resolver rotatividade no agronegócio pela raiz: a contratação. Já ajudou donos e gestores de fazendas, confinamentos, cooperativas e redes de loja pelo Brasil a parar de repor gente o ano inteiro e passar a escolher entre os melhores candidatos.
Estratégias testadas em campo, não em teoria de sala de aula — o mesmo repertório usado nos cases reais que ele compartilha, como JG Nelore, Grupo JB e a rede de 12 lojas com 130% de rotatividade ao ano.
Alta rotatividade de pessoas, de oitenta, cem, cento e vinte por cento ao ano. Sabe o que isso significa? Significa que não adianta treinar, desenvolver, porque as pessoas não vão ficar com você — você vai treinar para os outros.
Pra donos e gestores que vivem repondo gente e sentem que a rotatividade tá comendo o resultado da operação. O agronegócio é o pano de fundo do Beto, mas o método de contratação serve pra qualquer área.
Não. O Beto aplica e ensina com casos do agro porque é a vivência dele, mas a lógica de atração e seleção de candidatos vale pra qualquer negócio que sofre com rotatividade alta.
São aulas gravadas, liberadas assim que você se inscreve — você assiste na plataforma, no seu ritmo, quantas vezes quiser.
O método foi pensado pra usar já na próxima vaga que você abrir — não é teoria pra aplicar "um dia".
Serve exatamente pra esse caso. O curso ensina o processo de seleção do zero, sem depender de um RH estruturado.
Curso completo com várias aulas, liberado por acesso imediato na plataforma — você assiste no seu ritmo, quando quiser.